A poesia necessária

Junho em meu ofício

 

O meu poema é a minha asa
Cordilheiras na imaginação
Serras, neblinas na mão
Morros visíveis
Meu vulcão.


O meu poema é a minha asa
Soberbos  sentimentos
Tensa linguagem
Seja  no novo abraço
Meu  tocante afago.


O meu poema é a minha asa
Mão que passeia na água
Boca na vontade vai e passa
Meu poema
Simples dever de casa.


Emerson Araújo


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