A rosa vermelha da Venezuela se despede

Foto: Reuters



Emerson Araújo

A boa palavra
Não traduz o dia em lágrima
Que está aqui.


Os jardins não dispersos
Na chuva travada
Dão o tom da rua em cantoria
Na neblina pouca
Do comandante amado
Que agora morto
Puxa os irmãos da nação nova
Para a sigla da crença libertária
Da festa de todos
Nas outras nações, logo.


Mas o comandante dos atos fortes
Na defesa dos miseráveis
É, sem dúvidas, a rosa vermelha de Caracas
No dia em lágrima do amado
Amor maior da grande Venezuela
Que se despede
Deixando o legado
De Bolívar laureado.



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