- É brincadeira!

O MP e o racismo na poesia de Odylo Costa

Racismo? Uma borboleta parda e preta

Após a perseguição politicamente correta a Monteiro Lobato surge um novo criminoso na literatura brasileira:

A borboleta

Odylo Costa, Filho

De manhã bem cedo
Uma borboleta
Saiu do casulo
Era parda e preta.

Foi beber do açude.
Viu-se dentro da água.
E se achou tão feia
Que morreu de mágoa.

Ela não sabia
— Boba!— Que Deus deu
Para cada bicho
A cor que escolheu.

Um anjo a levou
Deus calhou com ela,
mas deu roupa nova

azul e amarela.

Biografia de Odylo Costa Filho

Outros poemas de Odylo Costa, Filho

Um comentário:

Anônimo disse...

Estou boquiaberto com a burrice destes "doutores" de plantão, querendo imputar o politicamente (in) correto na literatura. Os bacharéis enclausurados no institucional dos poderes poderes não se tocam, eles precisam saber que a licença poética está acima das meras interpretações burocráticas e de despachos, no mínimo, suspeitos destes técnicos de coisa nenhuma.