Acilino Ribeiro deve assumir cargo de Reitor da UNIFOP



Foto: Arquivo Google


Por ZÓBIA SKARTTINI e AHMED MOKITO

Considerado hoje um dos intelectuais mais respeitados nos meios acadêmicos de Brasília ,DF, o ex-guerrilheiro e hoje professor da Escola Internacional de Formação Política Poder Popular, advogado Acilino Ribeiro, que concluiu sua Tese de Pós Graduação em História, com Especialização em História Política da Sociedade e Cidadania, no UNICEUB, com o tema : História da DemocraciaDa Utopia Revolucionária a Revolução da Utopia - , que em breve será publicada em livro, uma vez que três editoras já manifestaram interesse, deverá assumir o cobiçado cargo de Reitor da UNIFOP, Universidade Internacional de Formação Política dos Movimentos Populares.

A UNIFOP é uma articulação de diversas Escolas de Formação, Centros de Treinamento de Base e de vários líderes e dirigentes de Movimentos Sociais da América Latina, Ásia e África além de ONGs internacionais que trabalham no apoio aos governos e revoluções da Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, Cuba, Líbia, Irã, Korea do Norte, dentre outros países e movimentos sociais da mesma linha e deve preparar novos Quadros e Lideranças Políticas para os movimentos populares e partidos de esquerda da América Latina, África e Ásia principalmente, com o objetivo de apoiarem os governos desses países e serem os futuros dirigentes de seus governos.

Acilino Ribeiro concluiu a Pós Graduação de História este ano, mas continua outra, desta vez em Relações Internacionais e Diplomacia Política, na Universidade Católica de Brasília com previsão de banca para a conclusão no final do próximo mês. Ele não sabe ainda se retorna ao Piauí em dezembro quando encerra todos os seus compromissos acadêmicos ou aceita convite de várias universidades do Distrito Federal para uma cadeira de professor nas áreas de Geopolítica e Estudos Estratégicos, Direito Internacional e também de Inteligência Estratégica e Segurança Internacional, para o qual foi convidado.

Outro convite já estar sendo estudado por Acilino Ribeiro, para assumir o cargo de Reitor da Universidade Internacional dos Movimentos Populares, que terá sede em Brasília e deve iniciar seus trabalhos em janeiro próximo, com instalação prevista para o segundo semestre deste ano e um orçamento anual da ordem de 36 milhões de dólares e três campus a serem instalados, sendo um na América do Sul, que será em Brasília, outro na América Central, na Nicarágua e outro na África, provavelmente em Angola ou Moçambique.

Acilino Ribeiro estar na América Central desde o dia de ontem, 25, e estará presente em três importantes reuniões no Panamá, Costa Rica e El Salvador. No Panamá participa da reunião que definirá se aceita ou não o cargo de Reitor da UNIFOP para o qual foi convidado e pediu um tempo para pensar. Em El Salvador participa de outra reunião com os movimentos sociais que preparam a agenda da América Latina para o Fórum Social Mundial a se realizar em fevereiro próximo em Dakar, no Senegal. E na Costa Rica representará os movimentos sociais brasileiros como advogado junto á Corte Interamericana de Direitos Humanos, onde será julgada a validade perpetua da Lei de Anistia. Acilino é contra o que chama de auto-anistia aos agentes do estado que cometeram crimes contra os direitos humanos durante as ditaduras militares no Brasil e na America Latina. Defende a tese da imprescritibilidade jurídica, de que os mesmos devem ser julgados e condenados em qualquer época pelos crimes que cometeram.

Acilino Ribeiro mudou-se de Teresina para Brasília há três anos abandonando a carreira política no Piauí, enquanto no Distrito Federal tem feito uma média de duas a três palestras por semana em universidades, sindicatos e para entidades dos Movimentos Sociais e trabalhado na Formação Política de militantes populares. È o piauiense que tem se destacado mais nacional e internacionalmente nos últimos anos. Hoje estar entre os principais articuladores das eleições diretas para o PARLASUL, Parlamento do Mercosul e é o responsável pela vitória que levou o Congresso Nacional a aceitar a tese da eleição de cidadãos comuns para o mandato que se inicia em janeiro próximo. Retorna na próxima semana para as articulações sobre o PARLASUL.

Fonte – ASSIMPEPP – MIDIALATINA – AGNOTMUNDO – EUROPRESS – INTERPRENSA - REDEDHNOT.

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