A "Veja" não mudou





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Sem cartas abertas, mas como o meu nome foi inscrito num blog verde-amarelo, reabilitei, pela liberdade de expressão que a nova burguesia nacional e provinciana me oferece, a figura ímpar de Plínio Salgado, o anta do modernismo de 22, atávico que perambula nas redações das revistas, jornais e blogues do fascismo das matas do Brasil, hoje.
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Aliás o anta de 1922 agora em 2010 será o Zé Arigó da ultra direita provinciana? Não, com certeza não, ficou o ranço da visão humanista que se desenhou na década de 70!
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O problema da anta, digo Zé Arigó Global, é de visão mesmo, a falta dela em pescar nas folhas embutidas da lixeira ultra direitista de plantão os pastelões patrocinados pelas empresas de publicidade para vender produtos de qualidade duvidosa.
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A classe média é uma merda mesmo, diria Plínio Salgado, agora, na roupagem de anta, não exerga o novo horizonte da raça-eleita. E o professor aloprado se tornou carinhosamente o advogado do diabo para defender a anta ferida nas matas onde se esconde Macunaíma.
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Tudo será uma mera questão de visão e a lixeira de plantão é Plínio Salgado, é anta. Porque Macunaíma, somos nós, queiram eles ou não.

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