O serial killer

Imagem: Arquivo Google

Emerson Araújo


Abriu a gaveta do único armário no quarto. O vidro de "príncipe negro" foi alçado a mão. Depois ao pescoço. O cheiro forte de álcool e essência oriental pela casa toda. Ajeitou a calça de brim azul folgada. Não percebera que tinha emagrecido. A mão direita novamente na gaveta. O velho 38 de cano longo, agora, na cintura. Ao sair pela soleira da casa, quase de papelão, percebeu o vento norte pela extensa rua, um estranho formigamento invadiu todo o corpo.

Um comentário:

CESAR CRUZ disse...

Prenúncio de desgraça. Que a Lei o agarre antes que ele faça mal a alguém...

abço