Querido Emerson Araújo:

Algumas pessoas entre as quais, eu temo, você se inclui, acreditam que, do nada, eu saí apostando que o Bar "Nós e Elis" foi o que deixou "mais saudades", isto é, que a minha insistência em pedir às pessoas que escrevessem sobre o "Nós e Elis" fosse uma idiossincrasia e, principalmente, algo feito em detrimento de outros bares teresinenses.

Peço que entenda: a matéria com que eu procuro trabalhar não é um bar. Não estou, nem nunca estive, atrás do melhor bar de Teresina. O que busquei atingir neste livro, e acho que consegui, é que pessoas as mais díspares se dispusessem a compartilhar um passado, socialmente vivenciados por elas.

Mas, sou franco em dizer, meu caro Emerson Araújo; só obtive êxito (palpável, inegável,em menos de uma ano, diga o que bem quiser dizer e tente desqualificar o quanto quiser tentar o Airton Sampaio) porque o bar "Nós e Elis" marcou uma época em Teresina.

Se você não faz parte dos saudosistas este é um direito seu,ou, melhor dizendo, é seu ESTE direito. Faça bom uso dele!

beijos e abraços
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Joca Oeiras
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