quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Resposta as tais cartas do Meduna


Foto: Arquivo do Emerson
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Emerson Araújo

Kenard Kruel, meu bom irmão, li e reli a tuas cartas do Meduna(I) postado no blog Kenard Kaverna e me dei conta que, infelizmente, estamos, ainda, na terra do faz de conta, ou melhor, do faz de nada.

Pude, também, perceber neste tempo de lentidão e concluir que o poder público municipal não é diferente do poder público estadual e nem do nacional. Todos são redutos de uma famigerada "terceira via" de burocratas de resultados a serviço do capital de bolsos e cuecas de plantão. E eu que acreditei tanto, acabei dando com todos os burros e burras n'águas. Mas depois que o meu salário de junho foi apropriado pelo deferimento da mão do onipresente secretário estadual, acordei e vi com quantos pauzinhos se faz um poder.

Depois que esperei uma ação cultural mais ampla e mais participativa desta FUNDAC e nadinha. Aí cai na real.

Tudo pode acontecer nesta terrinha do "índio postiço" que quer assento de senador no paço federal.
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Portanto, meu bom Kenard Kruel, não se aperrei porque como dizia o gráfico e músico de Floriano João de Deus Alves da Silva, meu avô, pai do Professor Didácio Silva, comunista ferrenho, um dia é do cahimbo e outro é do fumo.

Esperemos para ver, ou melhor, para assistirmos a derrocada da burocracia e dos burocratas encastelados, da "terceira via" capitulante, também.

O resto, meu bom irmão, é a gente acreditar que somos nós e que podemos virar as costas para tais alhures e cuspir ao lado do meio fio de tanto nojo, nojeira e nojentos que teimam em nos aborrecer.

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